Já não tenho folha de papel
O tempo queimou
Por mim passou
Gáudio, alegria
Um aprazimento descontente,
Paz… o ficar assim.
De poesia inacabada, já não sou morrente.
Sem veias nem ideias
Sem escrita no meu mundo
Dia-a-dia
De um ler ausente, já não sou presente
Sem palavras ou fantasia
Versos chorados, não rimados
Do tempo permanente, já não tenho melancolia
Por mim passou a poesia!
Helena Isabel
lindo
ResponderEliminaré um prazer ler-te
um abraço
csantos
A poesia passa mas sempre volta
ResponderEliminarBom poema
Bjocas
Por si passou a poesia e creio que há-de regressar. Para ficar. Como a Paz, que o poema diz que tem. Quem lê pensa que a poesia lhe fugiu: acho que são momentos caprichosos de linguagem.. Um abraço.
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