Sábado, 2 de Abril de 2011

Adormecer


Levito inconscientemente,

Sinto-me adormecer

Entre a quimera e a realidade,

De cores tingidas a violeta

Em tons opala.

Encontro-te…

Espiritualidade a minha

Que não te esquece,

Que te quer, que te ama.

Minha fonte, meu sol nascente

Meu rio… sempre corrente

De águas límpidas, este sonho.

De ternura permanente

Abraço-te numa brisa eloquente

Brinco no teu olhar

Reflexo do meu.

Adormeço numa prece crescente

De um acordar com o teu respirar.
                
                                                                                                  
                                                                                                            Helena Isabel

3 comentários:

  1. É um poema simples, belo, terno, espiritual, cor violeta. Gostei muito, amiga. Parabéns.

    ResponderEliminar
  2. Que a prece seja concretizada, e o respirar possa sentir!

    Bonito poema!

    Bjs dos Alpes

    ResponderEliminar
  3. Minha querida

    Como sempre um poema lindo...quantas vezes nos apetece abraçarmo-nos e ficarmos assim.

    Beijinho com carinho
    Sonhadora

    ResponderEliminar